9 de mar de 2010

Passeio pelo interior - Linha 28



Domingo de sol é dia de passear. Melhor ainda se for em meio a natureza. Esquecer dos compromissos e se deixar levar pelo prazer que um dia de descanso pode oferecer, renovar energias e revigorar a alma.

Bem pertinho do centro de Gramado fica a Linha 28, uma das mais belas paisagens naturais da região, que reserva agradáveis surpresas para aqueles que por ali passam.

O roteiro mais bacana inicia no acesso ao lado da fábrica de chocolates da Prawer. Logo no início do passeio já é possível perceber o que a natureza preparou para os visitantes: paisagens dignas de cartão postal em meio a natureza intocada.

A primeira parada foi na Igreja San Valentin, construída toda em madeira, ainda preserva a torre do sino, que volta e meia anuncia os casórios.



O cenário que emoldura a igrejinha é lindo. De um lado, a antiga escola da localidade, do outro, a propriedade da família Perine e lá no alto, no topo da montanha, fica Gramado. Seguindo em frente, a estrada de chão batido corta as propriedades rurais, emoldurando o passeio por entre sombras e o cheiro da natureza.





Seguindo adiante, a 7km do centro de Gramado, fica o Ecoparque Sperry, ponto de parada indispensável. A família Sperry, em parceria com o biólogo Vitor Hugo Travi, transformou uma área de 20 hectares num verdadeiro paraíso ecológico.





Flora e fauna local foram inventariadas e permanecem incólumes. As trilhas auto interpretativas conduzem o visitante a três pontos do parque: Cascata do Trombão, Cachoeira da Usina e do Poço. Como não poderia deixar de ser, a mais impactante é a mais distante, mas o acesso é bem tranqüilo e o visual compensa o esforço. Lá no Ecoparque Sperry fica o Restaurante Bêrgamóta, comandado pelos chefs Guilherme Sperry e Tatiane Milanês. Comidinha caseira de comer de joelhos. Uma delícia.



Pela estrada principal da Linha 28, a natureza segue presenteado o visitante. Não por menos, Taffarel, o consagrado ex-goleiro da Seleção Brasileira de Futebol escolheu a localidade como seu refúgio e lá construiu uma casa.





A Linha Quilombo faz divisa com o 28. No alto da estrada principal, a direita, fica a Igreja da localidade, dividindo espaço com a Sociedade que recebe os moradores da região para confraternizações nas tardes de domingo.




Pouco adiante, fica o Alambique Rossa e a casa da família Baretta, conservada tal qual foi construída.





Aqueles que optarem pelo roteiro a bordo da Princesinha, ônibus de época que percorre os caminhos do interior, são recebidos pela família Baretta com um tradicional café colonial. Os passeios partem da Casa do Colono ás 14h e é preciso fazer reserva através do telefone (54)3286-7553.



Teoricamente, o passeio se encerra na encruzilhada que leva à Linha Carahá, mas até chegar neste ponto, seu dedo pode estar cansado, de tanto tirar fotos!



A estrada segue em direção a Várzea Grande, bairro industrial de Gramado e desemboca na RS 115, principal acesso á cidade.



Reserve pelo menos uma tarde para fazer o passeio ou se preferir, saia de Gramado por volta das 10h, almoce no Bêrgamóta e faça o restante do passeio a tarde, parando no caminho para registrar cada momento, sentir o cheiro de mato incomparável e incapaz de ser reproduzido.





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